Aos que possuem a Grande Florianópolis como lar,

seja inverno ou verão, já não é novidade que imprevistos – algumas vezes previstos – ocorrem afetando fortemente o abastecimento de água dessa região. Residências, escolas, centros comerciais, centros de saúde, entre outros, sofrem incontestavelmente deveras com esses acontecimentos. Recorrendo ao histórico da Ilha e proximidades, pode-se pontuar diversas datas em que a desordem, relacionada à distribuição de água, foi imensa. Entretanto, recentemente, o fato mais pronunciado foi o ocorrido em maio desse ano, 2017, quando três adutoras da Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (CASAN) romperam.

Mas, na prática, o que aconteceu?

É de ciclópica importância salientar que o rompimento das adutoras ocorreu devido a um deslizamento no dia 21 de maio, depois de intensas chuvas, em Santo Amaro da Imperatriz. Essas estruturas rompidas são responsáveis por levar a água do Rio Pilões até a Estação Cubatão, onde a água é tratada e distribuída. Com a distribuição impactada, estimulou-se que houve a redução de 40% do abastecimento para a Grande Florianópolis. Inicialmente, foi comunicado que o problema logo seria resolvido. Entretanto, 5 dias depois do ocorrido, moradores ainda reclamavam da falta de água.

Como o incidente ocorreu em um local de difícil acesso, o conserto das adutoras demorou mais do que o previsto: a maior adutora, que deveria funcionar logo cedo no dia posterior ao acontecimento, veio a se restabelecer somente 65 horas após o episódio.

Além disso, como se esse fato já não fosse o bastante para gerar um imenso caos na Grande Florianópolis, houve ainda uma insuficiência de caminhões-pipas na região, devido a alta demanda. Com isso, várias creches e, também, a Universidade Estadual de Santa Catarina (UDESC) precisaram suspender as aulas. Concomitante a isso, a CASAN emitiu um comunicado solicitando que a população fizesse uso racional da água enquanto a situação tendia a ser normalizada.

E o que nós, como moradores, podemos fazer para nos pouparmos de imprevistos como esses?

É, de certo modo, cômico pensar que o que causou a falta de água na região, foi justamente a chuva, uma imensa e valiosa fonte desse fundamental líquido. Para-se, então, para analisar que ocorrem muitas chuvas, algumas vezes intensas, durante o ano. Diante disso, e da constatação que a demanda por água doce é imensa, afirma-se que não se pode descartar nenhuma fonte alternativa de água. Tem-se, portanto, a captação de água da chuva como uma das significativas soluções para problemas relacionados à distribuição de água: se esta água, disponível a todos, for captada, tratada e armazenada com excelência, pode-se tê-la disponível para diversos fins.

Muitos problemas podem ser evitados ou minimizados com esse aproveitamento. Vale lembrar que algumas atitudes estão ao nosso alcance e podem promover a mudança na nossa qualidade de vida, e a captação de água é uma delas! Se você pensa em promover essa mudança, seja pelo lado econômico, ambiental ou para se privar de algumas perturbações, acesse aqui ou entre em contato com a EJESAM e saiba mais sobre esse serviço oferecido.

Autoria – Ivana Pires Sartorato – Assessora de Projetos.

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